2008-03-26


Uuuuuuuuuuuuuuuuuuuf........................

Que alívio, o trabalho todo do semestre passado não foi em vão. Lutar vale a pena. Agora já posso trabalhar ao meu ritmo até ao fim do ano lectivo e usar mais tempo para resolver o que tenho a resolver.

Alívio!

2008-03-23


3 dias fora do barulho e da confusão do Porto (claro, nada comparável com Macau e Hong Kong) para umas férias a Guimarães, à casa de uma colega minha. Casa mesmo casa e não apartamento.

A água é fria, o ar é frio, o vento é frio, mas sinto o calor humano. Não é que na cidade não se sinta, apenas numa versão a longa distância. Aqui, o que se joga (para além de internet), o que se usa, o que se faz e o que se vê é tudo muito mais rústico. É um sabor muito diferente. Toma-se banho em água quente e de repente vem a água fria! Acorda-te logo! Mas isso é o que faz a diferença. São imperfeições obviamente. Mas é isso que faz com que as pessoas desta casa, que são simpaticíssimos, procurem a satisfação e a felicidade em coisas menos fúteis. Lançar um pião em vez de jogar Playstation, ajudar a limpar o jardim em vez de ficar a ver televisão...

"Olha, estou a ouvir a campainha! Estão a chegar! Vamos lá para dentro." Disse a minha amiga. Era o padre e o seu pessoal a chegar para benzer a casa e beijar o menino Jesus. Não conhecia esta tradição... Nas cidades é impossível concretizar uma coisa tão personalizada. Quanto tempo levaria um padre a benzer todas as casas católicas (para não falar em todas) de Macau?

Às vezes faz mesmo falta viver em sítios rodeados por espaço verde. Para poder sintonizar com os nossos objectivos e a nossa mente. Ou mesmo só para ficarmos perdidos por minutos em jogos tradicionais.

Isto faz mesmo falta.