A estas horas da noite, está a cheirar a caril. Hm... abriu-me o apetite. Ultimamente, tenho andado a tomar ceia quase 2 ou 3 vezes por semana. Pode não fazer muito bem. Mas preciso mesmo de aumentar o meu peso...
Hm... relembrando as tardes que tenho passado no Magnus Coffee e que cada vez que vou lá, saboreio o scone de lá (claro, quando houver), não resisto... Apetece-me repetir. O scone de lá é mesmo bom, quente, simpático e, claro, viciante. Quando vou lá ler ou estudar, tento concentrar-me. Mas não consigo tirar os olhos dele... O aspecto é óptimo.
Lembrei-me ontem de uma expressão que a minha empregada costumava dizer: "Sonhos de rebentos". Por mais estranho que pareça, existem expressões em Chinês que soam mal ditas em Chinês. E esta é uma delas. O que é que significa? Rebentos simboliza a juventude, algo com vivacidade, forte mas ingénuo. "Sonhos de rebentos" refere-se a imaginações típicas, mas não exclusivas, da juventude relativamente ao amor. Não pertence à realidade.
Bem, recusava sempre de que tive este tipo de "sonhos". Mas claro, como toda a gente, e eu que sou tantas vezes tão lunático e que gosto de romantismo (atenção que coisas românticas não são aplicáveis apenas ao namoro), tive-os.
Já foi... Agora que estou a viver uma realidade tão violenta (no sentido do ritmo), parece que estou a andar de rollercoaster: Não tenho quase tempo nenhum para poder tomar um fast-food de coisas bonitas; há dias em que sinto enjoado; quando paro, não sinto os pés no chão, com a cabeça a girar...
Será que é a cabeça que gira? Ou é o resto?
