2008-03-20


A estas horas da noite, está a cheirar a caril. Hm... abriu-me o apetite. Ultimamente, tenho andado a tomar ceia quase 2 ou 3 vezes por semana. Pode não fazer muito bem. Mas preciso mesmo de aumentar o meu peso...

Hm... relembrando as tardes que tenho passado no Magnus Coffee e que cada vez que vou lá, saboreio o scone de lá (claro, quando houver), não resisto... Apetece-me repetir. O scone de lá é mesmo bom, quente, simpático e, claro, viciante. Quando vou lá ler ou estudar, tento concentrar-me. Mas não consigo tirar os olhos dele... O aspecto é óptimo.

Lembrei-me ontem de uma expressão que a minha empregada costumava dizer: "Sonhos de rebentos". Por mais estranho que pareça, existem expressões em Chinês que soam mal ditas em Chinês. E esta é uma delas. O que é que significa? Rebentos simboliza a juventude, algo com vivacidade, forte mas ingénuo. "Sonhos de rebentos" refere-se a imaginações típicas, mas não exclusivas, da juventude relativamente ao amor. Não pertence à realidade.

Bem, recusava sempre de que tive este tipo de "sonhos". Mas claro, como toda a gente, e eu que sou tantas vezes tão lunático e que gosto de romantismo (atenção que coisas românticas não são aplicáveis apenas ao namoro), tive-os.

Já foi... Agora que estou a viver uma realidade tão violenta (no sentido do ritmo), parece que estou a andar de rollercoaster: Não tenho quase tempo nenhum para poder tomar um fast-food de coisas bonitas; há dias em que sinto enjoado; quando paro, não sinto os pés no chão, com a cabeça a girar...

Será que é a cabeça que gira? Ou é o resto?

2008-03-17


Não esperava encontrar um livro que me ensinasse tanto, numa noite tão normal como esta. Passei pela livraria e naturalmente fui ter à sessão de Psicologia. Percebi ultimamente que se calhar questionar até ao fundo ao fundo ao fundo pode ser perigoso. O fundo é onde reside a maior parte dos paradoxos e das inconsistências da vida, onde o sentido de muitas coisas deixam de existir. Enfim, voltando à minha história, cheguei à estante de Psicologia e encontrei algo que estava a chamar por mim. "Bom trabalho" era o título do livro em que peguei.

Comecei a ler a sinopse... A palavra que me saltou à vista foi "exigência". Sentei-me logo com esse livro na mão.

E assim, comprei o livro e li metade dele.

Aconselho vivamente a lerem este livro. Abriu-me uma nova dimensão na parte social da minha vida. A gestão de relações pessoais não é fácil, mas há dicas para melhorá-las.

Estou a aprender imenso. Afinal, precisamos sempre de uma parte prática de vida.